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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

No Rio: Combate à dengue no estado ganha reforço na internet

 
A Secretaria Estadual de Saúde lança, no fim do mês de março, um sistema online de informação para o controle de focos do mosquito da dengue em todos os municípios do estado do Rio. Pela internet, tanto a população, como as autoridades públicas de saúde estaduais e municipais poderão ter acesso a informações como o número de agentes de saúde e de visitas a domicílios.
De acordo com o assessor técnico da Subsecretaria de Vigilância em Saúde, Mário Sérgio Ribeiro, a ferramenta dará mais transparência ao trabalho de combate aos vetores do Aedes aegypti. – Realizamos um pacto com as secretarias municipais de Saúde. Semanalmente, cada município terá que atualizar seus dados de produção, com o número de agentes e de casas visitadas. Quem quiser saber o que está acontecendo nas cidades e como está sendo feito o trabalho poderá acessar um link localizado no endereço eletrônico da secretaria – explica.
Meta é visitar 80% do total de domicílios
Para garantir o sucesso da ideia, a Secretaria de Saúde está realizando o treinamento dos responsáveis pelo conteúdo do novo banco de dados. Hoje serão realizadas oficinas nos municípios de Nova Iguaçu, Magé, Mesquita, Queimados e Japeri. Até o fim da semana, mais 20 cidades receberão treinamento.
– Cada agente de saúde deverá retornar a cada município em 8 ou 9 semanas. Nossa meta é visitar 80% do número total de domicílios de uma cidade. O ciclo do mosquito dura de 8 a 9 semanas. No ano, serão cinco ciclos, portanto 80% dos imóveis terão que ser visitados cinco vezes ao ano – ressalta o assessor técnico. De acordo com Mário Sérgio, os relatórios produzidos serão apresentados ao secretário estadual de Saúde. As informações também serão entregues à Comissão de Intergestores Bipartite (CIB), fórum regular dedicado a definir políticas públicas de saúde.
Alunos da rede estadual planejam prevenção
Em Mesquita, na Baixada Fluminense, o Colégio Estadual Brasil vem fazendo, desde o início do ano letivo, um trabalho de formiguinha durante as aulas de Ciências. Enquanto planejam uma ação mais ampla – a exemplo da caminhada de conscientização realizada no verão de 2009 – os professores relembram com os alunos as dicas para evitar a proliferação do Aedes aegypti.
Fonte: Jornal do Brasil


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É impossível erradicar a dengue, dizem especialistas

 
A doença que somente neste ano deixou 1 milhão doentes e causou a morte de 600 pessoas dificilmente será erradicada. A opinião é compartilhada pelo secretário de vigilância em saúde, Jarbas Barbosa, e o pesquisador da Fiocruz, Ricardo Lourenço, recebidos pelo programa Canal Livre deste domingo para discutir o combate à dengue.
Segundo eles, o crescimento das cidades e o aumento da produção de lixo facilitam a propagação do mosquito Aedes Aegypti , tornando “impossível” sua erradicação.  “Controlá-lo consegue-se com apoio da sociedade. Mas erradicar é algo que se pensou, mas não se conseguiu e imagina-se que não vai, porque as cidades são muito maiores e a produção de lixo é enorme”, afirmou Lourenço.
“Erradicar é impossível”, pontou Barbosa.  “Mesmo em Cingapura, que é uma cidade saneada, não conseguiram erradicar o mosquito”, garantiu.  “O ambiente que nós temos combinado com a falta de uma medida altamente efetiva, como uma vacina, faz com que a gente segure a mola tensionada.”
Combate
Pelo menos duas cidades da Amazônia vivem epidemia da doença e pelo menos 16 Estados apresentam um alto risco de surto, sendo que 13 são do Norte e Nordeste, onde saneamento básico é mais precário. De acordo com o secretário de vigilância em saúde, 70% dos criadouros mosquito nessas regiões são caixas d’água destampadas e outras formas de armazenamento inadequado de água.
Porém, acúmulo de água em vasos de plantas, pneus, calhas entupidas, embalagens de plástico e até mesmo água suja e salgada também têm servido para a reprodução do mosquito nas demais regiões brasileiras.
A grande facilidade de adaptação do mosquito, segundo os analistas, torna ainda mais difícil o combate à doença.
Resistência popular
De acordo com Jarbas Barbosa, 30% das casas recusam a entrada dos agentes sanitários em sua casa, o que também dificulta o controle da doença. nd
O secretário destaca, porém, que há medidas afirmativas que tem ganhado a adesão da sociedade. “Algumas prefeituras, como a de Belo Horizonte, oferecem abatimento no IPTU quando o agente não encontra larvas na casa”, afirmou.


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Ribeirão Preto já tem quase mil casos de dengue este ano

 
A cidade de Ribeirão Preto (a 336 quilômetros (km) de São Paulo) já registrou neste ano 984 casos de dengue. Historicamente, o município é um dos locais com mais registros da doença no estado de São Paulo.
De acordo a Secretaria de Estado de Saúde, só em janeiro, Ribeirão foi responsável por quase metade de todos os casos de dengue confirmados no estado.
No mês passado foram confirmados 743 registos da doença município e uma morte, segundo a Secretaria Municipal de Saúde de Ribeirão Preto. Já neste mês, só até o último dia 16, foram mais 241 casos da doença.
“O clima quente e úmido desta época do ano favorece a proliferação do mosquito Aedes aegypti na cidade”, disse a diretora do Departamento de Vigilância em Saúde do município, Maria Luíza Santa Maria. “Também temos dificuldades em reduzir a oferta de recipientes que servem para procriação do mosquito.”
Apesar do grande número de casos na cidade, Maria Luíza destaca a redução dos registros na comparação com o ano anterior. Só em janeiro, segundo ela, a queda queda foi de mais de 50%. De acordo com a prefeitura, em janeiro de 2010 foram registrados 1.604 casos da doença e, em fevereiro, 4.442.
Fonte: Jornal do Brasil


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Brasil pode ser o primeiro país a usar vacina antidengue

Reportagem do Estadão relata que após 90 anos de estudos para desenvolver a vacina contra a dengue, especialistas poderão escolher o Brasil como o primeiro país a recebê-la. Segundo o jornal, as negociações entre o governo e o laboratório detentor da fórmula estão em andamento para que o País tenha prioridade na distribuição do imunizante. Caso o acordo seja fechado, pelo menos 30 mil brasileiros devem participar dos últimos testes da vacina. Se a eficácia do produto for comprovada, o primeiro pedido de registro e autorização será feito em 2013. A meta é a de ter o produto no mercado mundial já em 2015...

Faça sua denúncia

 
 
Você pode denunciar focos de dengue na sua região de diversas formas. Escolha o canal de denúcia mais adequado para você.

DISQUE SAÚDE:  0800 61 1997

Ministério da Saúde
(61)  3315-2400  -  UNIÃO (Brasília – DF)
Secretaria de Vigilância em Saúde/Ministério da Saúde
(61)  3315-3641 – UNIÃO (Brasília – DF)
Coordenação Geral do Programa Nacional de Controle da Dengue
(61)  3315-2755 // 315- 3702 UNIÃO (Brasília – DF)
Ministério da Saúde – Esplanada dos Ministérios – Bloco G – Brasília/DF – Fone: 3315-2425 – CEP: 70.058-900


Centros de Vigilância Sanitária Estaduais

Acre
Av. Antônio da Rocha Viana, nº 1294 – Bairro Vila Ivonete
Rio Branco/AC – CEP: 69.914-610
Tel.: (68) 3223-3432
Fax: (68) 3223-3432
Secretaria Municipal de Visa
Tel.: 3342.1006 ou 1215
Alagoas
Rua Sete de Setembro, nº 50 Centro
Maceió/AL – CEP: 25.020-700
Tel.: (82) 3326-3624 ou 3315-3779
E-mail: sinavisa@saude.al.gov.br
Amapá
Av. Fab, nº 69 – Centro
Macapá/AP – CEP: 68.910-000
Tel.: (96) 3212.6119/ 3212.6182
Fax: (96) 3212-6182
E-mail: visa.ap@anvisa.gov.br
Amazonas
Rodovia Deputado Vital de Mendonça, s/nº, Km 09 – Flores
Manaus/AM – CEP: 69.048-660
Tel./Fax: (92) 3228-9202
E-mail: devisa@fvs.am.gov.br
Bahia
Centro Administrativo da Bahia, 4ª Avenida, nº 400, Plataforma VI. lado B, 2º andar, Salvador/BA – CEP 41.750-300
Tel.: (71) 3115-4230 / 3115-4291
Fax: (71) 3371-2566
E-mail: suvisa@saude.ba.gov.br
Ita Cácia Aguiar Cunha
Centro de Atenção à Saúde Profº Dr. José Maria de Magalhães Netto
Av. Antonio Carlos Magalhães, s/nº, Iguatemi,
Salvador/BA – CEP 41.820-000
Tel.: (71) 3270-5778 /5779/ 5775
Fax: (71) 3270-5776 / 3270-5777
E-mail: divisa@saude.ba.gov.br
Site: http://www.saude.ba.gov.br/divisa
Ceará
Avenida Almirante Barroso, 600 – Praia de Iracema.
CEP: 60.060-440
Tel.: (85) 3101-5287
Fax: (85) 3101-5286
E-mail: nuvis@saude.ce.gov.br, coprom@saude.ce.gov.br
Site: http://visa-ce.saude.ce.gov.br
Comunidade Virtual: http://comnuvis.saude.ce.gov.br
Ouvidoria Geral da Secretaria de Saude do Estado.
End. Avenida Almirante Barroso, Centro, 600.
CEP: 60060-440
Alô Saúde: 0800 851520
Divisão de Zoonoses:
Secretaria de Estado da Saúde do Ceará
Sérgio de Oliveira Franco – Diretor do Centro de Controle de Zoonoses – Secretaria Municipal de Saúde de Fortaleza
Avenida Senador Fernades Távora 2433 – Autran Nunes
Fortaleza/CE – CEP: 60.534-280
Tel.: (85) 33101-7847
Distrito Federal
SGAN Quadra 601 lotes O/P; Bairro: Asa Norte.
Brasília/DF
Tel.: (61) 3325.4811/ 4812
Fax: (61) 3322.2182
E-mail: divisa@saude.df.gov.br
Site: www.saude.df.gov.br
Núcleo de Inspeção de Brasília:
SAIS – Área Especial nº. 10 70602900
Brasília/DF
Tel.: 3245-4110/3345-8554/3345842
Fax: 3245-4090
Espírito Santo
Av. Marechal Mascarenhas de Moraes, 2025 3º andar – Bento Ferreira
Vitória/ES – CEP: 29.060-270
Tel.: (27) 3137-2427/ 3137-2433/ 3382-5071
Fax: (27) 3137- 2432/2472
E-mail: visa@saude.es.gov.br
Site: www.saude.es.gov.br
Goiás
Avenida Anhanguera, 5195; Bairro: Setor Coimbra
Goiânia/GO – CEP: 74.043-001
Tel.: (62) 3201.4100
Fax: (62) 32014101/ 32014136/ 32014727
E-mail: visago@visago.goias.gov.br
Site: http://www.visa.goias.gov.br
Vigilância Sanitária Municipal no endereço Avenida República do Líbano, 336 – Setor Aeroporto – Goiânia.
Tel.: (62) 3524.2500 / 2503
Maranhão
Avenida Professor Carlos Cunha, s/n, Bairro Calhau
São Luís/MA – CEP: 65076-820
Tel.: (98) 3218-8728
Fax: (98) 3218-8724
E-mail: visa@saude.ma.gov.br
Mato Grosso
Centro Político Administrativo – Bloco V – 2º piso Palácio Paiaguás
Cuiabá/MT – CEP: 78.070-970
Tel.: (65) 3613-5369 / 3313-2670 / 3313-2281
Fax: (65) 36135377
Fábio José da Silva
Cuiabá/MT – CEP 78050-970
Tel.: (65) 3613-5370
Site: www.saude.mt.gov.br
Mato Grosso do Sul
End.: Rua do Poeta, Bloco 07 – Parque dos Poderes
Campo Grande/MS – CEP: 79031-902
Tel./Fax: (67) 3318-1670
Site: www.saude.ms.gov.br
E-mail: cvisa@saude.ms.gov.br
Minas Gerais
Avenida Afonso Pena, 2300 – 5º andar – Bairro Funcionários
Belo Horizonte/MG – CEP: 30.130-006
Tel.: (31) 3261.8763 / (31) 3261.8776
Fax: (31) 3261.8776
E-mail: svs@saude.mg.gov.br
Vigilância Municipal de Belo Horizonte:
Tel.: 3277-5930
Pará
Rua Presidente Pernambuco, 489 – Bairro Batista Campos
Belém/PA – CEP: 66.015-200
Tel.:/Fax.: (91) 4006-4278
E-mail: visapa@bol.com.br e dvs@sespa.pa.gov.br
Fundo Estadual de Saúde
Tel.: (91) 3212-2518
Fax: (91) 3223-7551
Paraíba
Av. João Machado, 109 – 1º andar – Centro
João Pessoa/PB – CEP: 58.013-520
Tel.: (83) 3218-5927 / 3218-5928
Fax: (83) 3218 6781
Telex: 832228
E-mail: vigapb@openline.com.br
Paraná
Rua Piquiri, 170 2º andar / Bairro: Rebouças
Curitiba/PR – CEP: 80230-140
Tel.:: (41) 3330.4300 / 4537 / 4467 / 4478
Fax: (41) 3330.4535
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Divisão de Alimentos
Tel.: (41) 3330.4472/4473;
Fax: (41) 330.4479/ 4535/4407.
E-mail: alimentos@pr.gov.br
Pernambuco
Praça Oswaldo Cruz, s/nº – Boa Vista
Recife/PE – CEP: 50.050-210
Tel.: (81) 3181.6424/ 6425
Fax: (81) 3181.6355
E-mail: apevisa@saude.pe.gov.br
Site: www.apevisa.pe.gov.br
Piauí
Rua 19 de Novembro nº 1865 – Bairro Primavera
CEP: 64.002-570 Teresina/PI
Tel.: (86) 3216-3660 / 3216-3663
Fax: (86) 3216-3653
Site: Secretaria Estadual da Saúde do Piauí
E-mail: visa@saude.pi.gov.br
Rio de Janeiro
Rua México, 128 – 3º andar sala 231 Castelo
Rio de Janeiro/RJ – CEP: 20.231-031
Tel.: (21) 2299-9245/ 9246
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Rio Grande do Norte
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Florianópolis/SC – CEP: 88015-200
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VISA Municipal de Florianópolis:
Tel.: (48) 3212-3904
São Paulo
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São Paulo/SP – CEP: 01246-901
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E-mail: cvs@cvs.saude.sp.gov.br ou secretarias@cvs.saude.sp.gov.br
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Rua Urquiza Leal, 617 – Bairro Salgado Filho
Aracajú/SE – CEP: 49.020-490
Tel.: (79) 3246-5236
Fax: (79) 3246-4191
Tocantins
Quadra 104 Norte, Av LO 2 nº 13 conj 1 lote 30
Tocantins/Palmas – CEP: 77.006-022
Tel.: (63) 3218-3264/3258
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Cearenses desenvolvem vacina contra a dengue

Por Crato Notícias

Foto: Ilustrativa
Pesquisadores da Universidade Estadual do Ceará (UECE) desenvolveram a primeira vacina vegetal de combate à dengue do mundo. O grande diferencial é que, pela primeira vez, conseguiu-se uma vacina tetravalente, ou seja, que combate os quatro tipos de vírus da doença, incluindo o da dengue hemorrágica.
Os cientistas do Doutorado em Biotecnologia da UECE vêm trabalhando na pesquisa desde 2006, mas só agora conseguiram desenvolver o medicamento, que já foi testado em camundongos com sucesso. Para conseguir chegar ao produto final, eles utilizaram o feijão de corda (vigna unguiculata) como suporte.
Os pesquisadores injetaram genes dos vírus da dengue na planta do feijão, que desenvolveu proteínas capazes de ativar a resposta imunológica no ser humano. Depois dessa fase, as proteínas foram isoladas e retiradas para serem usadas na fabricação da vacina. De acordo com Isabel Guedes, bioquímica responsável pela pesquisa, uma única planta pode gerar até 50 doses.
Esse método de produção à base de plantas é inovador e será capaz de reduzir bastante os custos e reações alérgicas, comuns nas vacinas desenvolvidas em métodos tradicionais. E essa é uma das vantagens da vacina cearense em relação as outras em teste no Brasil e no mundo.
Em camundongos, os resultados já foram positivos, e os animais passaram a produzir anticorpos contra a dengue. O próximo passo é o teste clínico em seres humanos, que não aconteceu por falta de recursos, segundo os pesquisadores.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde em Dengue (OMS), a vacina só deverá ser distribuída à população daqui a cinco anos.
Fonte: Redação Jangadeiro Online, com informações do Diário do Nordeste

Diagnóstico da Dengue

 
O diagnóstico da dengue é realizado com base na história clínica do doente, exames de sangue, que indicam a gravidade da doença, e exames específicos para isolamento do vírus em culturas ou anticorpos específicos.
Para comprovar a infecção com o vírus da dengue, é necessário fazer a sorologia, que é um exame que detecta a presença de anticorpos contra o vírus do dengue. A doença é detectada a partir do quarto dia de infecção.
Inicialmente, é feito um o diagnóstico clínico para descartar outras doenças. Após esta etapa, são realizados alguns exames, como hematócrito e contagem de plaquetas. Estes testes não comprovam o diagnóstico da dengue, já que ambos podem ser alterados por causa de outras infecções.

Dengue Hemorrágica

Há três exames que podem ser utilizados identificar a dengue hemorrágica: a prova do laço, a contagem das plaquetas e a contagem dos glóbulos vermelhos. A prova do laço é um exame de consultório, com uma borrachinha o médico prende a circulação do braço e vê se há pontos vermelhos sob a pele, que indicariam a doença. Os outros testes são feitos por meio de uma amostra de sangue em laboratório.
Lembrete: A dengue hemorrágica deve ser diagnóstica rapidamente, pois se a doença não for tratada com rapidez, pode levar à morte.
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